sábado, 10 de março de 2012

Cuidado com o som: carros com som muito alto poderão ser multados!

Cuidado com o som: carros com som muito alto poderão ser multados!


Para aqueles que costumam a ligar o som do carro no volume máximo, o hábito pode custar caro a partir de agora. De acordo com a resolução 204, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), a partir da última sexta-feira (10), os motoristas cujos veículos que forem flagrados emitindo nível de som superior a 104 decibéis serão penalizados com o pagamento de multa no valor de R$127,69. A infração é considerada grave e prevê a perda de cinco pontos na carteira de habilitação.

Para que a infração seja consTatada, um agente de trânsito terá que colher uma amostra do ruído utilizando um decibelímetro, instrumento que mede a intensidade sonora. O aparelho deverá estar a 0,5 metro de distância do veículo em questão. Sons de buzinas, sinalizadores de marcha ré, motor e sirenes estão isentos de multa.

carros de divulgação publicitária, como caminhões de venda de botijões de gás, por exemplo, também estão livres da fiscalização, desde que estejam devidamente regulamentados.

film e noticia no uol

O Brasil, como se sabe, desenvolveu um estranho hábito em relação à legislação. Ficou célebre a frase muito repetida: "Há lei que pega e há lei que não pega". Não deveria ser assim. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) tem, entre suas atribuições constitucionais, estudar, discutir e aprovar resoluções que regulam vários dos aspectos do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), em especial as normas de segurança.

Poucos sabem, mas antes mesmo de o Congresso Nacional obrigar os fabricantes e importadores de veículos leves a instalar bolsas infláveis (airbags), o Contran já tinha regulado a matéria -- e de uma forma mais inteligente. Estabeleceu critérios biomecânicos a serem respeitados nos testes de colisão, criou um cronograma até 1º de janeiro de 2014 e não engessou a solução técnica. No futuro, as bolsas podem sofrer uma evolução ou outros recursos modernos surgirem, e o Legislativo, nesse caso, só atrapalhou, na ânsia de aparecer sob os holofotes.


Medidor de transmitância luminosa não existia no Brasil -- nem no mundo -- quando Código de Trânsito foi lançado; hoje, já "inventado", aparelho é usado em fiscalização somente no DF
O exemplo mais recente de lei que até agora não pegou são os vidros escurecidos nos automóveis além dos limites legais e técnicos. Quando o CTB foi promulgado há 14 anos, ficou proibido o trânsito de veículos com qualquer tipo de película aplicada aos vidros. Pouco depois, a Resolução 73 do Contran estabeleceu que a transmitância luminosa [fração da energia que atravessa uma superfície] mínima do conjunto vidro mais película teria de ser 75% para o vidro do parabrisa, 70% para os laterais dianteiros e 50% para os laterais traseiros e vigia.

A lógica é de que o motorista precisa ter a visibilidade assegurada também no período noturno e sob qualquer condição meteorológica (noite, chuva forte, neblina), além de túneis e garagens, mesmo que durante o dia parecer tratar-se de um acessório inofensivo. Também dificulta ver o pedestre e o ciclista, receber sinais de outros condutores ou observar a terceira luz de freio de outros veículos através do vidro do carro à frente.

Além disso, perceber o motorista e seu acompanhante é de particular importância para policiais numa situação de risco, sequestro ou de eventual agressor armado. Agentes de trânsito também não conseguem flagrar transgressões do motorista, quando dirigem de forma inadequada.

FILMA TUDO
O fato é que há um expressivo aumento do número de veículos com películas escurecedoras nos vidros e transmitância luminosa visivelmente abaixo da mínima regulamentar. Ocorre que, praticamente, 100% dos automóveis já saem de fábrica com vidros verdes e, no caso dos dianteiros, apenas películas de segurança (antivandalismo) totalmente transparentes poderiam ser aplicadas. A fiscalização dependia de um equipamento para verificar a transmitância luminosa, que não existia no mundo, atendendo às exigências do Denatran, órgão executor.

'Filmar': solução ou problema?
Objetivos da utilização de película nos vidros do carro:

+ Proteção contra o sol
+ Segurança: bandidos não se arriscam sem ver quem está dentro
+ Película impediria romper as janelas para furtos e acesso à cabine
+ Uso mal-intencionado: dificulta a punição de infrações, como falar ao celular enquanto dirige
Efeitos indesejados de películas irregulares:

+ Dificuldade de visualização do que se passa no exterior do carro, principalmente à noite
+ Agentes de segurança precisam ter visão suficiente do interior do carro (por exemplo, num caso de sequestro)
+ Vale o mesmo para o acesso à garagem do prédio
+ Observar e atender à sinalização de outros motoristas fica mais difícil
+ O motorista de trás não consegue ver, através do seu, o carro da frente
Finalmente, há menos de um ano, o aparelho fabricado no país foi homologado e está pronto para entrar em uso. No entanto, precisa ser adquirido para o policiamento de trânsito urbano e rodoviário. Como a lei parece letra morta, inicialmente apenas o Detran do Distrito Federal comprou 20 unidades e as utiliza em vistorias nos veículos transferidos de propriedade e de outras cidades. O órgão pretende iniciar uma campanha educativa antes da fiscalização nas ruas, este ano.

Segundo a TV Brasil, outros seis Estados também adquiriram os aparelhos de medição. Já se prevê enorme resistência, principalmente de autoridades, que deveriam dar o exemplo em um país assolado por acidentes de trânsito.

LOJAS TÊM DE ALERTAR
Especial atenção a esse problema deveria estar nas considerações de concessionárias de todo o país, que costumam dar como brinde o conjunto de películas escurecedoras [chamadas genericamente de "insulfilm"]. Colocá-las nos vidros dianteiros sujeita o motorista a receber multa de R$ 127,69, cinco pontos no prontuário e, pior, detenção do carro até a retirada do objeto da transgressão.

Trata-se de uma situação bastante constrangedora e que, na grande maioria das vezes, o usuário desconhece. Afinal, há diversas "vantagens" aparentes no seu uso, da estética à sensação (algo falsa) de segurança, ou de filtrar raios solares nocivos (poucas o oferecem).

A fiscalização, por menor que seja, traz um efeito-exemplo avassalador. Ser parado, multado e obrigado a remover as películas dianteiras para prosseguir é extremamente desagradável. A prudência mostra que isso deve ser explicado aos clientes de carros novos e usados. Em caso de insistência na aplicação nos vidros dianteiros, o vendedor deveria conseguir uma declaração assinada pelo comprador, citando a lei e isentando a concessionária de qualquer responsabilidade, em caso de fiscalização.

Como exemplo de atenção ao tema, a rede JAC Motors já desistiu de oferecer películas nos vidros dianteiros na sua série especial denominada "Brasil".

Siga o colunista: www.twitter.com/fernandocalmon

isso saiu no uol escrito por esse colunista acima

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Xenom Proibido

Foi publicado no Diário Oficial ontem uma resolução do Contran que prevê multa de R$ 127,69 por irregularidade nos faróis. Os faróis de xenon agora são proibidos novamente em todo o país.

Apenas poderão usar o item os modelos que vem com xenon de fábrica, já que esse tipo de farol já de fábrica tem uma construção diferente, que faz com que o facho não ofusque a visão dos outros.

A proibição aconteceu em 2009 mas depois foi cancelada. Agora ela volta por conta do perigo ao ofuscar a visão de outros motoristas.

Quem for pego com o item terá cinco pontos na carteira e pagará multa de 127 reais.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

filme automotivo

sobre essa materia que agora a policia vai começar a fiscalizar film para carro , na verdade eu acho muito dificil , como essa lei ja tem alguns anos , e ate agora na verdade a fiscalizaçao e quase zero,primeiro que o equipamento para mediçao do filme e muito caro , segundo a policia estao com os carros todos sucateados e vao gastar uma fortuna com equipamentos pra medir a porcentagem do filme ,terceiro ja que e assim por que nao investe entao em bafometro , que eu acho que um motorista bebado e muito mais perigoso que um film escuro , na verdade essa e a minha opiniao eu acho que como das outras vezes isso vai virar em nada e por favor continue colocando filme eu preciso trabalhar ne , muito obrigado .
Paulo Rogerio da Silva , Jupa Autocar , Tatui.

O uso de películas escuras nos automóveis já é realidade no Brasil há anos, mas os índices de transparência ainda causam polêmica

O uso de películas escuras nos automóveis já é realidade no Brasil há anos, mas os índices de transparência ainda causam polêmica
De 08/02/2011 as 10:57
Atualizada em Veículos Automotores

A legislação permite o uso, desde que respeitados limites rígidos determinados para cada parte do veículo. Especialistas no assunto, no entanto, têm defendido mudanças para que seja aceito o uso de películas mais escuras, desde que não representem riscos à segurança.

A advogada Carla Afonso Pedroza, estudiosa das questões de trânsito e consultora da ABRAWF – Associação Brasileira dos Representantes e Aplicadores de Window Films, defende avanços na legislação. Segundo ela, os índices de transparência permitidos hoje em dia estão aquém da realidade do país. “Acreditamos que as autoridades competentes e os órgãos públicos devem estudar a questão a fundo para adaptar os limites permitidos à nossa realidade”, afirma. “Comparando com outros países, percebemos que, com as condições de trânsito, luminosidade e clima brasileiros, poderíamos ter autorização para usar películas mai s escuras”, argumenta a advogada. “É importante comprovar aos órgãos públicos, amparados em estudos e trabalhos jurídicos, de que os limites poderiam ser de maior tolerância”, diz.

Carla Pedroza lembra que as películas automotivas filtram 99% dos raios solares e reduzem sensivelmente a entrada de calor nos automóveis, diminuindo a necessidade de se usar ar condicionado. A advogada comenta que o uso de películas, portanto, é uma questão de saúde e respeito ao meio-ambiente: “As películas são aliadas da proteção da natureza, por reduzirem o consumo de combustível”.

Além disso, outro ponto importante é a questão da segurança. Estudos apontam que pessoas sozinhas – especialmente as mulheres – são mais vulneráveis a assaltos no trânsito, e as películas escuras dificultam essa identificação. “É claro que elas não podem ser tão escuras a ponto de facilitar atos ilícitos, mas defendemos a flexibilização dos índices aceitos de transparência porque a segurança pode ser maior com as janelas um pouco mais escuras”, conclui a advogada.

Atualmente, os índices permitidos de transparência nos vidros automotivos são os seguintes: 75% no para-brisa, 70% nos vidros dianteiros (motorista e carona) e 28% nos demais vidros. “Mesmo acreditando que poderia haver autorização para películas mais escuras, a Abrawf segue rigorosamente as determinações da legislação e orienta os associados a repassarem informações precisas e corretas aos clientes”, afirma Francisco Castro Junior, vice-presidente da Associação.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Recuperaçao de Parabrisas

a Jupa Autocar esta agora trabalhando com reparo de parabrisa ,vc mantem a originalidade do carro e evita multas.

terça-feira, 1 de março de 2011

tatui 1 de março de 2011 seguro de vidros

nossa loja agora atende seguro de vidros , vc que tem seguro no seu carro e tenha seguro de vidros , podera agora optar por nossa loja ate agora informaçoes que tenho estamos atendendo as seguintes companias , itau , hdi ,allianz , indiana .

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Tatui 25 de Fevereiro ,Como adaptar o carro para a chegada de um bebê?

Como adaptar o carro para a chegada de um bebê?


A vida muda para sempre quando se tem um filho. Até o carro fica diferente. Veja uma série de conselhos para o seu carro dar às boas-vindas ao bebê com segurança.


Passos


1

Nada é mais importante do que seu filho ter seu próprio assento no carro. Primeiro o bebê deve viajar em um bebê-conforto e depois em uma cadeirinha apropriada. Tanto o bebê conforto como a cadeirinha devem ser presos ao carro com o cinto de segurança.
2

Adote o sistema de travamento de portas para que as de trás não abram por dentro.
3

Inclua alguns discos infantis no repertório do carro. É aconselhável que as crianças também possam ouvir música para elas.
4

Sempre que estiver com a criança no carro, tome ainda mais cuidado com a velocidade e com o respeito às normas de segurança. Troque rapidez por prudência.
5

Viaje com um celular. Não atenda nem faça ligações se estiver dirigindo, mas é melhor contar com ele para alguma emergência.
6

Leve alguns brinquedos para a criança se distrair durante o trajeto. As crianças se entediam com facilidade.
7

Decore o carro com adesivos ou algum outro brinquedinho que seja familiar à criança para que ela se sinta mais à vontade no espaço.


Importante

* Não se esqueça de que o carro já não é 100% seu. A partir do nascimento do seu filho o veículo deve oferecer conforto e segurança também à criança. Seja generoso e cuidadoso para que as viagens sejam prazerosas para todos.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Posso usar películas window films em meu carro?

O uso de películas window films é permitido, desde que siga as especificações da Resolução Nº 73 de 1998, do Ministério da Justiça e do CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO - CONTRAN.

A resolução estipula um índice mínimo de transmissão luminosa para o conjunto vidro-película (ou seja, o vidro com a película já aplicada) do carro, conforme especificado na figura abaixo:

A marca do instalador e o índice de transmissão luminosa do conjunto vidro-película serão gravados indelevelmente na película por meio de chancela, devendo ser visível pelos lados externos dos vidros.

A marca do instalador e o índice de transmissão luminosa do conjunto vidro-película serão gravados indelevelmente na película por meio de chancela, devendo ser visível pelos lados externos dos vidros.

Veja a Resolução No 73 de 1998, do Ministério da Justiça e do CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO - CONTRAN:

Ministério da Justiça

Resolução Nº 73, de Novembro de 1998

Estabelece critérios para aposição de inscrições, painéis decorativos e películas não refletivas nas áreas envidraçadas dos veículos, de acordo com o inciso III do art. 111 do Código de Trânsito Brasileiro - CTB.

O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO - CONTRAN - Usando da competência que lhe confere o at.12 inciso 1, da Lei nº 9.503 de 23 de setembro de 1997 , que instituiu o Código de Trânsito Brasileiro -CTB, e conforme o decreto nº 2.327, de 23 de setembro de 1997, que trata da coordenação do Sistema Nacional de Trânsito, resolve:

Art. 1º - A aposição de inscrições, painéis decorativos e pinturas nas áreas envidraçadas das laterais e traseiras dos veículos, será permitida, se atendidas as seguintes condições:
I - o material deverá apresentar transparência mínima de 50% de visibilidade de dentro para fora do veículo;
II- o veículo deverá possuir espelhos retrovisores externos direito e esquerdo.

Art. 2º A aplicação de película não refletiva nas áreas envidraçadas dos veículos automotores será permitida, se observadas as condições seguintes:
I ? a transmissão luminosa do conjunto vidro-película não poderá ser inferior a 75% no pára-brisa e 70 % para os demais;
II- ficam excluídos dos limites fixados no inciso anterior , os vidros que não interferem nas áreas envidraçadas indispensáveis à dirigibilidade do veículo, desde que atendam no mínimo 50% de transmissão luminosa;
III- o veiculo deverá possuir espelhos retrovisores externos direito e esquerdo.
& 1ª Consideram-se áreas envidraçadas indispensáveis à dirigibilidade do veículo:
I - área do pára-brisa excluindo uma faixa periférica superior de 25 centímetros de largura que se sobrepõe à área ocupada pela banda degrade, caso existente;
II- as áreas correspondentes das janelas das portas dianteiras esquerda e direita;
III- as áreas dos quebra-ventos fixos ou basculantes, caso existentes.
& 2ª A marca do instalador e o índice de transmissão luminosa existente em cada conjunto vidro película, serão gravados indelevelmente na película por meio de chancela, devendo ser visível pelos lado externos dos vidros.

Art. 3ª Fica revogada a Resolução nº 40/98 - CONTRAN.

Art. 4ª Esta Resolução entra em vigor a partir da data da sua publicação.

RENAN CALHEIROS
Ministério da Justiça

ELISEU PADILHA
Ministério dos Transportes

LINDOLPHO DE CARVALHO DIAS - Suplente
Ministério da Ciência e Tecnologia

ZENILDO GONZAGA ZOROASTRO DE LUCENA
Ministério do Exército

LUCIANO OLIVA PATRÍCIO - Suplente
Ministério da Educação e do Desporto

GUSTAVO KRAUSE
Ministério do Meio Ambiente, Recursos Hídricos e da Amazônia Legal

BARJAS NEGRI - Suplente
Ministério da Saúde

Quando é preciso trocar a bomba de água?

Quando é preciso trocar a bomba de água?
Resumo

Danos na bomba de água evitam que o carro possa circular na rua. Se isso acontecer durante uma viagem, a situação pode se complicar. Por isso é importante reconhecer os sinais que alertam sobre problemas neste dispositivo. Quais são eles? Confira agora.




Você precisa de

Lanterna
Passos

1
Quilometragem: A bomba de água tem uma vida útil curta, mas é um componente relativamente barato, por isso é conveniente trocá-la quando o carro atingir os 40 mil quilômetros realizando uma troca preventiva. A quantidade de quilômetros não é uma regra, mas você pode aproveitar quando o carro estiver no conserto e pedir ao mecânico que realize a substituição.

2
Temperatura: Um dos indicadores de que existe um defeito é quando o medidor da temperatura marca níveis mais altos do que o normal. Fique atento aos indicadores e procure um especialista.

3
Goteiras: Outro indicador é a perda de líquido. Lembre que a bomba somente pinga quando o carro está em movimento. Revise se ela está gotejando quando o motor está em funcionamento, debaixo da zona onde se encontra a bomba.

4
Óxido: Da mesma maneira que acontece como o radiador, a ferrugem é um dos principais inimigos desta peça. O líquido refrigerante pode estar degradando alguma das peças da bomba.

5
Barulho: Provavelmente você não vai escutar nada no interior do veículo, mas com o motor ligado, você pode escutar algum ruído esquisito quando levantar o capô. Verifique e tente reparar no barulho habitual do seu motor para detectar quando alguma coisa estiver errada.

6
Correia: um desgaste pouco usual ou irregular das correias pode indicar que o mecanismo da bomba está falhando. Leve isso em consideração quando for visitar o mecânico.
Importante

* Alguns destes sinais podem não ser causados pela bomba de água.

* Preste atenção e faça uma checagem periódica do circuito refrigerante.
materia tirada do site bemsimples.com , muito obrigado